Relações Sintagmáticas E Associativas
Author: SERGIO SANTANA
Author: SERGIO SANTANA
1. INTRODUO As relaes e as diferenas entre termos lingusticos se desenvolvem em duas esferas distintas, cada uma das quais e gerada de certa ordem de valores; as oposies entre essas duas ordens fazem compreender melhor a natureza de cada uma. correspondem as duas formas de nossas atividades mental, ambos indispensvaveis para a vida da lingua. "(conforme Bagna - 2002), deixa-se de investigar como nico foco de estudo o exame de lngua, que se centraliza basicamente no estudo da gramtica de frase, buscando-se entender os fenmenos de interao social via linguagem,a relao entre lingua e sociedade, a aquisio da lngua pela criana, os processos que envolvem o ensino formal da lingua e do controle social exercido pelas idologias veiculadas no discurso" 2. IMUTABILIDADE Se, com relao idia que representa o significante aparece como escolhido livremente, em compensao com relao a comunidade lnguistica que o emprega no livre; oposto, nunca se consulta a massa social nem o significante escolhido pela lingua que poderia ser substituda pela outra. Alngua no pode, pois equipara-se a um contrato puro e simples, e justamente por este lado que o estudo do signo lingustico se faz interessante, pois se quise demonstrar que a lei admitida numa coletividade algo que se suporta e no uma regra livremente consentida; a lngua a que oferece a prova mais concluente disso. 2.1 RELAES FUNDADAS NO CARTE DA LNGUA De um lado discurso os termos estabelecem entre si,envirtude seu encadeamento, onde exclui a possibilidade de pronuncias de dois elementos ao mesmo tempo; este se alinham um aps o outro na cadeia da fala, tais combinaes que se apoiam na extenso, sendo pela qual podem serem chamadas de sintagmas. Os sintagms se compem sempre de duas ou mais unidades consecutivas, (Exemplos: re-ler, contra todos, a vida humana, Deus bom,se fizer bom tempo, sairemos, etc.) colocado no sintagm, um termo s admite seu valor porque se ope no que precede ou ao que segue, ou a ambos, por outro lado fora do discurso as palavras que oferecem algo de comum se associam na memria e assim se formam grupos dentro das quais imperam relaes muito diversas. 2.2 A SEMITICA DAS RELAES ASSOCIATIVAS Vejamos a palvrava francesa: ensignement,ou a portuguesa ensino, onde far surgir inconcientemente no esprito uma poro de outras palavras, tais como: enseigner, renseigner, etc ou ento arnement, changement, ou ainda educatio, apprentssage, por outro todas tem algo de comum entre si. V -se que essas coordenas so de uma espcie bem diferente das primeiras, elas no tm por parte do interior que constitui a lingua de cada individuo, logo chamamos de relao Associativa, visto que enquanto a relao sintagmtica existe in praensentia; repousa em dois ou mais termos igualmente presente nuam srie efetiva. Ao contrario relao associativa que une termos in absentia numa srie eminemnica vertivl. E ainda , supe um tipo determinado, e este por sua vez, s possivl pela lembrana de um nmero suficinte de palavras semelhantes pertencentes lngua ( imperdovel, intolervel, infatigvel, etc ). Sucede exatamente o mesmo com frases e gupos de palavras estabelecidas de padres regulares, combinaes como: A terra gira, que te disse, etc, respodem tipos gerais que tmpor sua vez base na lingua sob forma d recordaes concretas. 3. FINALIZANDO AS RELAES SINTAGMAS Cumpre reconhecer, porem que no domnio do sintagma no h limite categorico entre o fato de lngua, testemunho do uso coletivo e o feito de fala, que depende da liberdade individual, onde em um grande nmero de caso dificil classificar uma combinao deunidade pell fato de ambos os fatores concorreram para produzi-la e em proporo impossivel ele determinar. 4 - RELAES ASSOCIATIVAS Os grupos formados por associaes mental no se limitam aproximar os termos que apresentam algo em comum; o esprito capta a natureza das relaes que as unem em cada caso e cria com isso tantas sries associativas quantas relaes diversas existente. Exemplos: enseignement, enseigner, enseignons, etc ( ensino, ensinar, ensinemos), h uns elementos comuns a todos os termos , o radical, toda via a palavra enseignement, ou ensino, se pode achar implicada numa sserie baseada em outros elementos comuns; o sufixo ( enseignement, armenet, changement, etc; ensinamento, armamento, desfiguramento, etc) a associao pode ser fundar apenas na analogia dos significados ( ensino, inteno, aprendizagem e educao etc), ou pelo contrario , na simples comunidade da imagem acsticas. 4.1 - DIFERENTE PONTOS DA SINTAGMA E ASSOCIAO Enquanto um sintagma suscita em seguida a idia de uma ordem de sucesso e de um nmero determinado de elemento, a termos de uma familia. Associativas no se apresentam em nmeros definidos e nem em ordem determinados. Se associamos por exemplo desej-oso, calor-oso, medr-oso, etc... Ser nos a impossivel dizer antecipadamente qual ser o nmero de palavras seguida pela memria, ou a ordem em que parecero; um termo dado e como o centro de uma constelao, o ponto para ordem convergem outros termos condenados cujo a soma e indefinida. Ensinamento Ensinar, aprendizagem, desfiguramento, elemento. Encimemos, educao, armamento, lento 4.2 - FINALIZANDO AS RELAES DE ASSOCIAO Conforme o que foi visto quanto as duas caracteres da srie associativa, ordem , indeterminada e nmero indefinido, somente o primeiro se verifica sempre; o segundo pode faltar. E o que acontece num tipo construtivo desse gnero de agrupamento, os paradigmas de flexo. Em latim em domini, domino etc. Tema certamente um grupo associativo formando por elemento comum , o tema nominal domim - a quanto a srie, porm mais indefinido como a de enseignement, changement etc... O nmero desses casos e determinado, pelo contrario , sua sucesso no est ordenada especialmente , e por um ato puramente arbitrrio para a conscincia de quase fala, o nominativo no absolutamente o primeiro caso de declinao, e os termos podero surgir nesta ou naquela ordem, conforme a ocasio. 5 - CONCLUSO " Conforme Marcos Bagna, a lngua em si, une o povo, mas uma idealizao em qualqer fundamentao, torna-se motivo de excluso distanciando-se querer do povo, quer dos ltimos grande escritores brasileiros, correspondendo a uma lngua elcita, autoritria e acima de tudo inadequada". No critico as normas cultas, ou seja a forma de como os tradicionais ensinam, isto no desejo votos, quando se tm que explicar a gramtica de forma decorativa; logo abrao a linguistica por est evoluo compreensiva; mostrando caminhos que buscam a intelectualidade de descobrir a forma de entender as normas de uma forma contextualidade de descobrir a forma de entender as normas de uma forma contextualizade; ou seja este artigo que apresento visa numa parte inteligente de como as relaes sintagmticas e associativas se relacionam e de que forma elas se apresentam mediante a uma testualizao sulfocando o errado dentro do entendimento comunicativo, facilitando toda e qualquer compreenso dentro da linguagem a qual estudada. 6 - REFERNCIAS Ferdinamd de Saussure ( Curso de lingustica geral). Histria consisa da SEMITICA ( Anne Hnault)About the Author:
Acadmico do curso de letras: Sergio Henrique Santana da Costa.
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