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Cada um de ns tem sua prpria forma de ver e de valorizar o mundo.

S que na prtica no somos conscientes disso.

Com o nosso olhar apressado e pouco atento, nos achamos decepcionados ou injustiados quando algum nos faz algo diferente do que espervamos em resposta ao bem e a dedicao que tivemos com ele.

Sua reao pode no ter tido a inteno de ferir ou nos desapontar.

Cada um cada um.

Pode ser apenas que seja nossa a dificuldade de perceber que cada um agir a seu prprio modo.

Desiluses, desencontros, mal-entendidos?

Sim, vrios.

Colocamos muita expectativa e apego ao que fazemos e vivemos.

... E nos tornamos cativos.

Precisamos soltar, sempre... Libertar!

Temos que nos desapegar do que fazemos e at do que sentimos.

Seguir em frente.

No se trata de frieza ou estratgia para sofrermos menos.

Se no conseguirmos ou pelo menos tentarmos, experimentaremos muita indignao,desencanto e desnimo.

Somos marcados por uma sensao de falta, incompletude.

Queremos encontrar um sentido para viver.

Buscamos nos sentir inteiramente compreendidos.

Seguimos o caminho mais longo para a difcil, mas necessria constatao:

SOMOS TODOS DIFERENTES!

S entendendo isto poderemos conseguir amar de verdade.

Ser a nica forma de no nos bloquearmos ou desanimarmos a cada reao alheia.

O outro, a princpio, tender a nos desapontar. Ele ele, diferente de ns.

Se dele depender a nossa felicidade e motivao para viver, desanimaremos ou nos tornaremos agressivos. "Perdoai-os, eles no sabem o que fazem". Nem ns o sabemos. Tambm fazemos coisas que desagradam ou magoam os outros sem percebermos.

O grande exerccio consiste em compreendermos na prtica esta realidade, no tirando concluses apressadas ou nos fechando em nossas verdades e papis.

No ruim que sejamos diferentes.

Ameaa, cria dvidas e desconfortos, tudo isto porque queremos as coisas ao nosso jeito.

Cada um tem o seu tempo e o seu nvel de entendimento. No se pode padronizar nada. No podemos pretender mudar o mundo, mas temos que pensar a vida a partir das experincias com as outras pessoas.

H que vencermos tambm o medo de ficarmos sozinho. Precisamos aprender a estar ss, no dependermos tanto do movimento do outro.

Como amarmos, se nos sentimos to dependentes e afetados a cada reao que nos desagrada?

Temos muito medo das diferenas!

Elas nos deixam ss. Quando no comungamos das mesmas idias e preferncias

sentimo-nos desacompanhados.

Quando nos desentendemos como se nos perdssemos e tivssemos que arrumar toda a casa de novo.

Temos com os outros algumas afinidades, mas no somos iguais a NINGUM.

H que vencermos o medo da solido e a ameaa auto-estima.

Acharmos que est tudo bem e que todos pensamos e agimos de forma parecida, nos tranqiliza, ilusoriamente...

Mas quando algo nos chama realidade mais crua dos fatos, sentimo-nos trados ou desiludidos.

Foram os outros que nos fizeram estas coisas ou quisemos acreditar no que para ns era mais tranqilo e desejado?

Acordemos.

A vida no foi feita para ns sobre medida.

Cabe a ns a difcil tarefa de sairmos de nossos sonhos e nos alegrarmos com a nossa realidade, a que conseguirmos delinear, aps as varias interaes e experincias de vida.

Somos todos diferentes uns dos outros

Por: Larissa Tmara De Melo

Perfil do Autor

Auditora Fiscal da Receita Federal, Ps Graduada em Direito pela USP, Bacharel em Psicologia pela UNIMAR. Atua em diversas palestras, nacionais e internacionais na rea criminalstica, previdenciria, penal e civil.

Psicoterapia individual de crianas, adolescentes e adultos.

Psicoterapia familiar.

Psicoterapia conjugal. (Artigonal SC #3526152)

Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/auto-ajuda-artigos/somos-todos-diferentes-uns-dos-outros-3526152.html




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