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subject: Determinante Psicológico dos Desequilíbrios [print this page]


Determinante Psicolgico dos Desequilbrios

Este texto um complemento do artigo publicado em http://www.artigonal.com/authors_283319.html : Psicologia: O Princpio

O grande erro que pode ocorrer em psicologia se situa justamente na presunosa tendncia de se querer separar, em termos de sintomatologia, os fenmenos mentais dos orgnicos.

O prprio Jung, apesar de ter sido muito feliz, ao conceber o seu chamado "conceito de "sincronicidade", encontrou ou manteve uma desastrosa "lacuna" nessa prpria teoria que permaneceu incompleta. Se acaso ele no tivesse persistido nessa terrvel "mania" existente entre os psicanalistas de querer separar o fator mental do fisiolgico, muito provavelmente, a teoria da sincronicidade seria determinada por uma definio num nvel bem mais elevado (como ocorreu com a teoria da relatividade; cujo sentido anlogo). Mas isso traz sua justificativa, at por causa da prpria tendncia cientfica da poca, onde estava em voga manter um determinante explcito, como fator bsico de identificao durante as pesquisas. Estava explicitamente constatado at ento, que os distrbios caracterizados por leses cerebrais, eram surpreendentemente diferentes dos observados entre os doentes mentais (e isso era um determinante). Ento, de acordo com o propsito cientfico, obviamente, a doena mental deveria ser tratada, ou melhor, considerada como uma anomalia parte. Sob esse determinante, tais cuidados quanto a aplicao do chamado "mtodo cientfico" com rigor, passava a ser um fator de incoerncia, pois, essa mesma conceituao psiquitrica estava contrariando a prpria lei da fsica com certa imprudncia. Somente eles no podiam tomar conscincia de tal fato, o que podia evidenciar um terrvel engodo. Ora, a fsica no admite nenhum tipo de fenmeno energtico, excludo em funo de lgicas mecnicas; vlido tambm para as reaes qumicas, eltricas, orgnicas, etc. Seria um contra senso cientfico. Esse determinante implantado pela psicanlise, estava ento sendo tratado com certa impunidade por questo da fsica clssica. Entretanto, nisso tudo, o que predominava era a presuno o maior determinante da questo. Pois, os pesquisadores estavam cientes de que a psicanlise havia revelado descoberto a alma; e a forma de poder estuda-la. Da, A Criatura Humana em seu todo podia ficar de lado.

Aqui no existe nenhuma crtica sobre a sincronicidade, muito pelo contrrio, pois ela serviu justamente para impugnar de vez o sentido falso que desde seu incio a psicanlise tomou (na presuno de ter em "mos" a prpria alma). A censura existe apenas em funo do rumo "tmido" que esse grande conceito tomou, ou seja, indeciso ou diplomtico demais. Se tivesse prosseguido em seu rumo natural como devia, ento teria atingido ou evoludo para - o seu significado ideal, o qual poderia ser desenvolvido no termo: consentneo. Sobre a sincronicidade Jung chegou a confessar: "Foi ele (Einstein), o primeiro que fez me pensar sobre uma possvel relatividade do tempo, bem como do espao e na condicionalidade psquica desses fenmenos. Em seu livro (e de Wolfgang Pauli): A Interpretao da Natureza e a Psique; na parte em que ele intitulou "Sincronicidade: Um Princpio Conector Acausal"; enfoca uma unidade atemporal numa trade de presente, passado e futuro que integra a mente e a matria em uma realidade nica. Seu fator sincronicidade serve para indicar a coincidncia expressiva de um fato psquico e outro fsico sem nenhuma relao causal (sem reciprocidade). Seu mais conhecido exemplo sobre esse conceito, consiste no caso de uma paciente que por bloqueios no progredia em suas sesses de psicanlise; at quando, enfim, teve um sonho significativo com um escaravelho dourado (smbolo egpcio de regenerao). Enquanto contava seu sonho para Jung repentinamente -, adentrou pela janela um besouro rosa um elemento anlogo -; evento suficiente para poder integrar a paciente com seu mdico, o que determinou uma nova fase em seu tratamento. Jung conclui se tratar de um caso evidente de sincronicidade; diante de tal conexo significativa.

No deixa de ser um significativo recurso tal conceito; os astrlogos j esto at acostumados com esse tipo de relao infiltrao espontnea de elementos anlogos, os quais so facilmente detectados na vida real e justificados por questo do mapa astrolgico. Entretanto, seria imprudente negar a "consentnea" (extenso de sincronicidade proposta aqui) manifestao que ocorre entre distrbio mental e disfuno fisiolgica. Um exemplo bem claro e muito simples: Quando algum faz uso de drogas (ou at mesmo ao ingerir bebidas alcolicas em demasia) pode muito bem "consentaneamente" apresentar sintomas paranicos; enquanto perdurar os efeitos de tais reaes qumicas. Esta observao no contraria as leis fsicas, e ainda serve para ilustrar.

Na verdade, quaisquer tipos de fenmenos psiquitricos, sejam casos psicticos, paranicos ou esquizofrnicos, de alguma forma ou de outra, sero sempre consentneos a estados fisiolgicos. Pode se dizer sem receio de "cair no ridculo"-, que a evidncia se encontra como anomalia na qualidade sangnea do paciente desde que no haja leso cerebral (o que j se efetivou como determinante nesse tema de sade).

De acordo com os 144 nmeros, o 51 (Realidade) representa evento, distncia, calor, corrente e outros; onde pode ser acrescido tambm em seu ndice de significncia o termo: "sangue".

50 Raridade = tesouro / 51 Realidade = sangue / 52 Eficincia = movimento

Esprito 98 47 Realizao = 51 sangue Isto deve servir para as reflexes dos pesquisadores interessados em ampliar o sentido do texto: A Criatura Humana.

O sistema psicossomtico exposto aqui em sua lgica no visa o rebaixamento da psicanlise e nem deve contrariar a fisiologia mdica (conforme a analogia apresentada quanto aos efeitos existentes nos consumos de drogas e lcool). Mesmo no caso da "dementia precoce" h de se levar em conta essa possibilidade em funo do sistema psicossomtico, pois, nisso se destaca a natureza dos distrbios mentais. Os 144 nmeros se encontram no blog: http://alinguagemdacruz.blogspot.com

Quanto ao tratamento em si, seria uma questo de competncia da prpria medicina - em suas pesquisas -; portanto, no se inclui aqui neste simples texto.

Determinante Psicolgico dos Desequilbrios

Por: Srgio Vinicius Domingues

Perfil do Autor

Sou astrlogo mais de 30 anos e autor dos livros: Astrologia e Integrao e A Linguagem da Cruz - http://www.friendfeed.com/sergiovinicius - blog: http://alinguagemdacruz.blogspot.com (Artigonal SC #3243268)

Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/cronicas-artigos/determinante-psicologico-dos-desequilibrios-3243268.html




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