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subject: NIVEIS DE LINGUAGEM MORFOLÓGICA [print this page]


INTRODUO
INTRODUO

A primeira gramtica da lngua portuguesa foi publicada em Portugal no ano de 1536, como reflexo do momento histrico, a Europa vivia o auge do momento renascentista.

Na viso clssica a gramtica, era considerada como "a arte de falar e escrever corretamente". Em outras palavras: s falava e escrevia bem quem seguisse o padro imposto pela gramtica normativa, o chamado nvel ou padro formal culto.

O presente artigo ter como temtica nveis de linguagens morfolgicas pelo fato de encontra-se dificuldades hoje no ato da morfologia pragmtica dos falantes. Tendo-se como pretenso de levar-se conhecimento da linguagem para acadmicos, professores e outros interessados.

Este texto ser escrito especialmente no mbito cientifico que a posteriores ser socializado mediante sua publicao na mdia de grande repercusso, que e a internet e que estar disponibilizado a numa sociedade, conforme pesquisas laborais ocorridas a partir de livros, sites, peridicos e outros, num processo epistemolgico que servira de trampolim hermenutico na cientificidade.

1.O PERFIL DA LNGUA GRAMATICAL

A gramtica normativa e aquela que pode-se considerar como a arte de falar e escrever corretamente, baseia-se em modelos (os escritores clssicos da lngua,por exemplo). A partir deles estabelece suas normas. Cada uma dessas chama-se norma padro ou norma culta.

Segundo SACCONI (2008,P15):

Na viso de estudiosos, como Terra ( 2001 p 22 a 23 ) importante afirmar que s falava e escrevia bem quem seguisse o padro imposto pela gramtica normativa o chamado nvel ou padro formal culto. Porem, no contemporneo observa-se que existe outra linguagem, aquela utilizada pelos falantes segundo os lingistas.

2- O PADRO FORMAL CULTO E PADRAO COLOQUIAL

Distingue-se o padro coloquial do formal culto, pois, o padro coloquial utiliza-se da linguagem de contextos informais, ntimos e familiares, que permitem maior liberdade de expresso. Esse padro mais informal tambm e encontrada em propaganda, programas de televiso radio e outros.

E basicamente impossvel encontrar um falante que faa uso de todas as regras gramaticais prescritas, sem violaes. Silva ( 2007, p. 14 ).

O padro culto, por sua vez e a modalidade de linguagem que se utiliza em situaes que exigem maior formalidade adequando-se a um conjunto de normas entre elas, a concordncia, regncia, pontuao e o emprego correto das palavras no mbito lingstico da pessoa humana.

2.1. O desafio de como utilizar a lngua padro

O grande desafio que os dias de hoje impe e o de estar preparado para utilizar o nvel de linguagem adequado a cada situao, pois, antes as pessoas precisavam usar o nvel padro formal culto, Com isso, quem fugisse desse padro incorreria em erro, no importando o que, para que e para quem se estava falando ; qualquer que fosse o interlocutor , o assunto, a situao, a inteno do falante, era o padro formal culto que deveria ser seguido.

No entanto, e inegvel que o padro formal culto e de prestigio social, pois e exigido nas relaes sociais de carter profissionais ou oficiais, como: relatrios, jornais, contratos, cartas solicitando empregos, e outros textos. Pois,

adverte Saussure em outra passagem (CLG, 16): "A cada instante, a linguagem implica ao mesmo tempo um sistema estabelecido e uma evoluo: a cada instante, ela e uma instituio atual e um produto do passado".

Mediante, o autor acredita que a linguagem de grande importncia na contextualizao lingstica, pautada na norma culta padro na prxis da lngua.

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3. LINGUAGEM FALADA NO COTIDIANO

A linguagem falada no dia a dia no e planejada. E uma linguagem simples pouco elaborada. De fato a conversao e a mais antiga e democrtica maneira de utilizar-se a linguagem verbal em nossa vida social e pessoal. O homem primeiro falou e s muito tempo depois inventou a escrita onde a mesma registra ate aos dias de hoje a fala. Entende-se que o uso que cada individuo faz da lngua depende de varias circunstancias, bem como a regio, o tempo, o espao e a cultura de uma determinada polis.

CONSIDERACOES FINAIS

Diante do que foi exposto a lngua escrita, por sua prpria natureza no e esttica, mas sim, dinmica, eficaz, evolutiva, e mais elaborada que a lngua falada. J que e o povo que faz a lngua, no quer dizer que se deva aceitar tudo o que venha a ser criado pelo povo. Pois, a gramtica normativa estabelece normas para que possamos basear-nos e adotarmos paradigmas lingsticos da lngua como evoluo natural.

REFERNCIAS

SILVA, THAIS. Fontica e fonologia do portugus. 9.ed. So Paulo: contexto, 2007.

TERRA, ERNANI. Portugus.1.ed. So Paulo, 2008.

SAUSSURE, Ferdinand. Para compreender Saussure 17.ed. Rio de Janeiro, 2003.

NIVEIS DE LINGUAGEM MORFOLGICA

Por: Anita

Perfil do Autor

(Artigonal SC #3201346)

Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/niveis-de-linguagem-morfologica-3201346.html




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